quarta-feira, 19 de julho de 2017

ATENÇÃO! O FRIO ESTÁ MATANDO ANIMAIS PELO BRASIL



Você sabe o que é Hipotermia? Vulgarmente falando é 'MORRER DE FRIO'. 

Acreditem, pela manhã recebemos denúncias de cachorros que amanheceram mortos por dormirem no quintal, somente com um paninho e sem no mínimo uma casinha para abrigá-los? Está casinha, precisa estar forrada, ter um cobertor grosso dentro e ficar abrigada da chuva, ou seja, não adianta colocar a casinha no quintal, cheia de furos e passagens de ar frio. (sic)

Quer testar se funciona para seu animal? Imagine se você aguentaria estar na situação em q ele está, e você saberá, porque ele sente o mesmo frio que você.
Isso se enquadra na lei de maus-tratos, e essas pessoas responderão pelo crime, hoje não existe mais desculpa para ignorância, o mundo não está tolerando mais esse tipo de "gente". Se você ver um animal nessas condições tente explicar para a pessoa, se a pessoa não quiser se fazer entender denuncie. (sic)

Fonte: Grupo de Apoio aos Animais de Eldorado MS.



Morre, após ser transferido para o Recife, ‘Urso Bruno’ do Zoológico de Vitória



Após ser transferido para tratamento no Horto de Dois Irmãos, no Recife, o urso pardo do Zoológico Municipal de Vitória de Santo Antão morreu na madrugada desta segunda-feira (17). Conhecido como Bruno, o animal estava em estado grave devido uma sinusite. O urso havia sido levado na última sexta-feira (14).
Os veterinários estimavam que o animal possuísse 25 anos. Com média de 150 quilos, ele vivia há mais de uma década no zoológico de Vitória. Há três meses, o urso desenvolveu uma sinusite.
“Ele iniciou com uma sinusite, que não respondia adequadamente aos tratamentos. Isso foi se agravando e se tornou uma infecção respiratória maior e quando ele chegou aqui já chegou num quadro bem debilitado. Ele já apresentava outras infecções secundárias, uma anemia, uma falta de proteína”, explicou à TV Jornal Luciana Rameh, gerente técnica do Horto Dois Irmãos.
Um exame de necropsia será realizado para saber detalhes sobre a morte de Bruno. O material será encaminhado para um diagnóstico final.
Caso houvesse melhora no quadro de saúde, o urso seria encaminhado para um zoológico no estado do Piauí. O urso não retornaria para o Zoológico Melo Verçosa, situado no Alto do Reservatório, área urbana de Vitória, porque o espaço está interditado há cinco anos e sem receber visitas.
ZOO FECHADO – Por apresentar infraestrutura precária para os animais e falta de segurança para os visitantes o espaço está interditado. Inaugurado em 1950, nunca recebeu licença ambiental para funcionar.
Em 2013, a prefeitura do município, na tentativa de conseguir autorização para reabrir o espaço de lazer, realizou reforma para adequar o espaço dos animais. No entanto, o IBAMA e Ministério Público de Pernambuco não liberaram a reabertura.
A solução definitiva do zoológico passa pela mudança de endereço e a criação de um Bioparque, numa área dez vezes maior do que a do atual zoológico, para onde os animais seriam transferidos. São doze hectares já desapropriados, próximos ao Sítio Histórico Monte das Tabocas.
Por não cumprir os prazos e não ter previsão para a construção do novo espaço, o Ibama determinou a remoção dos mais de cem bichos que vivem atualmente no zoológico. No final de maio, jabutis e aves foram transferidos para o Centro de Triagem de Animais Silvestres de Pernambuco (Cetas-PE).

terça-feira, 18 de julho de 2017

O sofrimento dos cães de rua - 20 milhões agonizam nas ruas de todo o Brasil!


Cães vira-latas pertencem à raça da persistência - resistência e força de viver.Eles vagam pelas ruas.A sujeira não é da sua natureza, e sim da natureza a que são obrigados.Famintos e sedentos, não é o afago e alimento que mais encontram
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Cães vira-latas pertencem à raça da persistência - resistência e força de viver.
Eles vagam pelas ruas.
A sujeira não é da sua natureza, e sim da natureza a que são obrigados.
Famintos e sedentos, não é o afago e alimento que mais encontram.
São chutados, apedrejados, enxotados e é nos lixos que buscam qualquer coisa que possa atenuar a dor do estômago.
Eles são feios?
Quem foi que disse?
A beleza não se constrói em nós de uma forma nata e particular, ela nos é imposta.
Certamente a maioria  (se não todos) ficam lindos depois de limpos, tratados e bem alimentados.
Eles gostam de brincar, gostam de boa comida, de água fresca, de uma caminha confortável para dormir.
Não os confortam o calor excessivo nem o frio implacável.
Se fogem de carinhos é porque  não aprenderam que mãos podem trazer-lhes contatos agradáveis.
Jogar fora parece simples – “Não prestou? Joga fora”.
Prestou a quem e para quê?
Jogar fora de onde?
Os animais são os mais vulneráveis nessa cultura do descartável, do descompromisso, da irresponsabilidade com as consequências.
Afinal, é um cachorro.
Não é assim que ouvimos?


E uma canção brega já bradou:  “Eu não sou cachorro não…”
Isso para dizer que, não sendo, não merece ser maltratado, desprezado e humilhado.
Merecem os cães maus-tratos por serem cães?
Os de rua são os que recebem a carga desse merecimento, talvez por serem em maior número, ou por estarem mais visíveis, ou ainda porque lhes sobram bem menos migalhas de domingo em família e de lar: um carinho, uma atenção, ração, e meia proteção.
Porque não se iludam - não são apenas os cachorros de rua que são tratados na acepção de “Eu não sou cachorro não”.
Os “donos” de cachorros se dividem em concepções bem distintas – e com elas as atitudes - do que vem a ser animais de estimação.
Há organizações que têm trabalhado para defender essas criaturas.



A maioria delas carece de espaços, alimentos, medicamentos, infraestrutura.
Para suprir isso contam com doações.
Voluntários, ONGs e indivíduos particulares  que se dedicam à sublime tarefa de recolher, cuidar e colocar para adoção essas criaturinhas.
Passeando por sites de busca como o Google ou pelo Facebook, descobriremos algumas ações louváveis.
Há sites de adoção, doação, divulgação de animais perdidos e encontrados, de pedido de donativos e outras ajudas.
Se você conhece alguma entidade na sua cidade que presta assistência aos cães de rua, informe nos comentários de nossa página no Facebook.


Sempre nos chama a atenção quando um site de adoção de cães coloca na imagem de capa um cachorro de raça.
Ora, um cachorro de raça não está para adoção.
A menos que ele seja idoso e tenha sido abandonado - o que é muito raro.
Muitos cães, bem como outros animais nas ruas, são acolhidos com ferimentos graves, precisando de tratamentos caros.
Os caninos são castrados antes de serem colocados para adoção na maioria das vezes.



A Organização Mundial da Saúde estima que só no Brasil existam mais de 30 milhões de animais abandonados, entre 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães.
Nas grandes cidades, para cada cinco habitantes, há um cachorro e 10% estão abandonados.
No interior, em cidades menores, a situação não é muito diferente.


Em muitos casos, o número chega a 1/4 da população humana.
Por lei há proteção para os animais contra os maus-tratos, abandono e negligência.
Na prática, porém, o cenário ainda é muito triste.
E há também a medida de “limpeza”: tirá-los das ruas.
Mas isso é por eles ou para nossas vistas?
Sabe o que fazem?
Recolhem-nos e, se não forem adotados, a morte.
Que mundo é este?
Dos homens que se dizem humanos.



Fonte: www.curapelanatureza.com.br

sexta-feira, 14 de julho de 2017

IDIOTIZAÇÃO HUMANA: Quando esses levam animais que possuem asas para passear

Grande referência de comportamento bestial, é quando vemos humanos aprisionando seres que possuem asas, e o pior de tudo, levam para passear pela manhã, achando que estão fazendo o bem, logicamente que não! 

Milhões de pássaros estão nesse momento confinados em pequenas gaiolas de 30 x 40,  além disso  ficam em locais fechados, sozinhos e solitários, comendo apenas o que lhe servem, tendo milhões de opções na natureza,  bebendo água parada, onde também teriam rios e riachos a sua disposição. 

 São seres inocentes  que possuem status de presidiários e penitentes. Trancafiados estes,  que tiveram sua liberdade roubada por humanos idiotizados que só enxergam suas vontades, desejos e por fim,  lucro.  





É uma visão tão básica que se precisa para não cometer essa atrocidade, a principal é: esse animais voam, possuem par de asas, isso não lhe diz nada? 
 São polinizadores, reflorestam e dão à vida para tudo que existe a nossa volta. São elementais da natureza, que muitos de nós não respeitam e banalizam suas vidinhas pequenas e curtas em gaiolas, os proporcionado aquilo que na vida humana conhecemos como prisão, confinamento, solidão. 

A ignorância faz dos humanos seres incapacitados de gerenciar esse planeta, estamos levando-o para o fim,  de todas as espécies, inclusive a nós mesmos. 



Se queremos liberdade, temos que proporcionar, caso ao contrário, sofrermos as mesmas penas em um futuro breve. Lei da causa e efeito, ação e reação. Você só passa por algo se precisa compreender aquilo, nesse caso terá que sentir-se preso e solitário para entender que não deve proporcionar isso a alguém. Não é crença, não é religião, é lógica. 

Deixem os animais em paz e livres, se quer ser livre e ter paz. 

Jota Caballero 

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Animais dentro do carro: você quebra o vidro ou chama a polícia?


Infelizmente é uma realidade no mundo todo, esquecer animais  ou propositalmente deixá-los trancados como se fossem objetos inanimados dentro de veículos por horas, maioria das vezes em shoppings e supermercados.  

Já vimos muitos casos que os animais vieram a óbitos, geralmente no calor do verão, temperatura acima de 25 graus, onde  já é o bastante para em  uma hora causar danos irreversíveis, até  à morte. 

 O que fazer se encontrar um cão trancado em um carro ao sol? O assunto tem causado polêmica nas redes sociais. 

Você chama à polícia, ou quebra o vidro do veículo para salvar o animal o quanto é tempo? 

Posso dizer que dependendo da situação não há dúvida, quebra-se o vidro, pois a vida do animal vale mais do que uma janela automotiva quebrada. Entretanto, para não haver discussão, se estava ou não na situação de risco, aconselhamos que faça um vídeo com o próprio celular, arrume testemunhas a sua volta, para caso houver algum problema de discussão ou de cunho jurídico,  que  sirva de prova que o animal estava realmente em uma situação de perigo. 

Os cães não são meros animais de companhia. São seres vivos com necessidades fisiológicas muito idênticas as dos humanos. Se estiverem trancados dentro de um carro ao sol, no limite podem morrer, devido ao aumento exponencial da temperatura. Tremores musculares, hipersalivação, perda de consciência, falta de coordenação motora, respiração ofegante, convulsões e vômitos são alguns dos sintomas provocados nos cães pelo calor extremo no interior de um automóvel. 

A grande questão é: esses animais não sabem se defender, não podem falar e são submissos a nós humanos. Não podemos deixá-los a mercê de irresponsáveis e completamente indiferentes as necessidades físicas desses animais. Deixar um animal trancado dentro de um veículo no sol, digamos que isso se encaixa facilmente no crime de tortura, mas por enquanto nossas leis ainda são brandas para esse tipo de crime em relação a esses seres.  

Reiterando, avaliem bem a situação do animal, se corre risco de morte ou não. Caso não haja risco, chame a polícia, e resolva o problema formalmente. Caso não, o animal está apresentando sintomas de fraqueza, convulsionando, respiração acelerada, não titubeie, quebre o vidro e salve-o, é o mínimo em uma situação de risco de morte, logo chame a polícia e faça a ocorrência.   

Jota Caballero   

Após viagem de avião, cachorro é devolvido com vários ferimentos




O aeroporto alegou que o cão fugiu. Durante a captura, funcionários acabaram usando força excessiva

Após fazer uma viagem de avião de Xangai até Wuhan, uma cidade que fica na província chinesa de Hubei, um jovem de 23 anos postou em seu Weibo, que é a rede social mais popular da China, que seu cão, que também viajava no avião, sofreu maus tratos dos funcionários do aeroporto.
Segundo @HUST_维维豆奶, nome que o tutor do golden retriever chamado Er Mao usa na rede social, ele não pode viajar junto com o seu cão por causa do seu tamanho, então o animal foi encaminhado para o setor de carga.
Chegando ao seu destino, ele esperou por uma hora até que funcionários lhe devolvessem o cachorro afirmando que havia fugido e foram necessários 40 minutos e oito pessoas para capturá-lo. O rapaz não gostou nem um pouco do estado em que Er Mao estava.

A justificativa dos funcionários para os ferimentos pelo corpo do cão era que ele havia caído de uma plataforma de pouco mais de um metro de altura. A desculpa obviamente não convenceu o tutor, que ficou furioso mas deu prioridade ao cão levando-o para o veterinário.
Após raspar as partes onde havia sangue nos pelos, a fim de descobrir o que havia provocado os ferimentos e o médico afirmou que o golden retriever pareceu ter sido golpeado com algum tipo de chicote com pontas afiadas ou até mesmo uma arma de ar comprimido.

Além dos ferimentos no abdômen, patas, focinho e cabeça, o cão contraiu uma infecção nos olhos e corre o risco de ficar cego.
“Eu espero que a China Eastern Airlines e o Aeroporto de Tianhe possam me dar explicações racionais e que parem de tentar se livrar de sua responsabilidade,” escreveu o tutor na postagem.
Infelizmente, até o momento, nenhuma das duas empresas se pronunciou sobre o ocorrido.
Fonte: Asiaone

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Soldados adotam bichos no meio da guerra e conseguem ir juntos para casa



Um soldado americano servindo no norte da Síria. Um filhote de rua abandonado na Síria. Em meio aos horrores da guerra, soldado e filhote se encontram, se apoiam, sobrevivem e têm a chance de um final feliz. 

A SPCA Internacional entendeu que os laços de amizade entre homem e animal, em tempos de traumas e desespero, não podem ser desconsiderados, mesmo quando isso significa embarcar dezenas de cães, gatos e até um burrico do outro lado






É isso o que a operação batizada de “Nenhum Amigo Deixado para Trás” faz. A ONG arrecada doações no mundo todo e traz para casa dos militares seus companheiros de guerra. Filhotes de gatos e cachorros são encontrados diariamente nas bases militares. Esses homens e mulheres, treinados para o combate, encontram bichinhos frágeis, doentes, famintos, e se revezam para alimentá-los, muitas vezes na mamadeira, no meio da guerra. 



Um gatinho batizado no Iraque de Um olho –por conta de uma anomalia que não permitia que ele abrisse os olhos completamente– foi um desses sortudos. Encontrado com seus irmãos com poucas horas de vida, foi levado contrabandeado para um dormitório e salvo pela unidade que os resgatou. O gatinho dependia totalmente de seus cuidadores e precisava de um veterinário. 

Mas como achar um na fronteira entre Jordânia e Iraque? Sem chance. Um Olho foi examinado por um médico, que guardou o segredo dos soldados e explicou que ele precisaria de uma cirurgia para correção das pálpebras, que nasceram invertidas. Quando chegou a hora dos soldados voltarem para casa, ninguém queria deixar os gatinhos para trás. Um Olho e seus irmãos foram levados para os Estados Unidos, ele foi operado e hoje vive feliz com sua família.


Se trazer cães e gatos é um trabalhão imaginem adotar um burrinho iraquiano? O burrico Smoke fez sua viagem do deserto escaldante iraquiano até o gelado estado do Nebraska, nos Estados Unidos. De manta e chapéu, ele conheceu seu seu primeiro inverno, rolou na neve e vive com a família que o adotou. 

A história dessa amizade inusitada é contada no livro “Smoke the Donkey”, que conta como o bicho passou de ajudante a companheiro de soldados feridos, amigo da tropa e o mais animado participantes das paradas oficiais. Ele é a prova de que entre animais e militares que se resgatam, realmente, nenhum amigo deve ser deixado para trás.


 Fonte: Blog da Juliana Bussab

Humanos, a própria destruição

Imagem decadente O contrassenso faz da espécie humana a mais destruidora de todo ecossistema. É difícil, sendo humano, estabelecer uma...