quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

VOCÊ É DESCODIFICADO?




Nosso sistema terreno é movido por escravização, a qual, sua servidão é anestesiada por uma série de morfinas socais, capaz de fazer você supostamente feliz, sem ao menos conhecer a verdadeira felicidade. A grande maioria não sabem que são escravos, e muito menos reconhecem que possuem comportamentos que caracterizam sua condição serviçal.


Nascemos em condições laboratoriais, somos seres produzidos em escala também industrial, porém diferentes de seres de abate. Não somos consumidos fisicamente como outro seres, mas somos consumidos energeticamente. Movemos esse mundo para que uma minoria que o domina, sobressaia a toda miséria que criaram a sua volta, eles de fato vivem e você vegeta. 

Cria-se toda uma estrutura complexa dentro desse laboratório, aonde somos criados como hamsters. Somos condicionados a não sentir estímulos reais de nossa consciência, pelo contrário, tudo é criado para criar uma falsa sensação de liberdade e sentimentos mesquinhos perante a própria existência. Somos futilizados ao extremo. Esse é o atual modelo humano, brutal, apático e insensível. 


Em uma escala de bilhões de seres adormecidos, uma pequena parcela nasce descodificada a reconhecer sua escravidão, e não aceitar razões sistêmicas, assim, não contrapondo sua própria razão. Aquela por uma força desconhecida, implícita,  não pode ser quebrada. 



O descodificado, hoje enxerga perfeitamente o circo que se encontra, com a grande platéia que se diverte com os que sofrem, para esses se deliciarem à base de palmas,prazer, sadismo,  paladar, e dor alheia.

Descodificados não se adaptam à condicionamentos, resiste a princípios coletivos por achar que são irracionais, onde na verdade são. Preferem viver sozinhos, pois sabem por instinto,  que só a reflexão e outros comportamentos peculiares do seu ser, como autodomínio, levam à níveis de lucidez extraordinários.

Não encaram como total solidão seu estilo de vida, pois apenas só há solidão física, não existe solidão mental quando essa acompanha uma ideologia, e uma razão especial de ser, que supre sentimentos vazios que o sistema nos impõe como reais e satisfatórios.

Em uma liberdade existencial, fazer o que acha certo não tem preço. Mesmo que o mundo aponte para suas diferenças, essas são suas, e não foram fabricadas para suprir alguém, apenas a você.

Eu Jota, sou vegan. Não bebo do meu sangue, nem como da minha carne, e não promovo à dor da minha dor. 
Já havia falado sobre isso em outro texto, mas friso, por achar fatídico no que quero expor.

Não vejo TV, pois acho a mais covarde das manipulações, pela via psicológica. Não ouço rádio, por achar o apelo repetitivo e maçante a qualquer cérebro desprotegido, perde-se espaço, acumula-se nada, e faz-se de sua mente um depósito de nada, que só funciona a favor de alguém, não pelo interesse de todos.

Hoje sou Straight edge (do inglês "caminho reto", em uma tradução livre) é uma subcultura e subgênero do hardcore punk que surgiu nos anos 80. Ele defende a total e perene abstinência em relação a entorpecentes (tabaco, álcool e as chamadas drogas ilícitas).

Chamaram-me de careta, em um mundo onde ser escravo de vícios é liberdade.
Chamaram-me de maluco, em um mundo, que futebol e carnaval, valem mais do que cidadania, valores morais e éticos, e todo tipo de responsabilidades que consideram obsoletas. Choram por futebol, mas não pela péssima educação que os filhos tem na escola pública onde pagam, com impostos dignos de uma Suíça.
Chamam-me de sensacionalista, porque exponho o que penso em posts com letras garrafais, textos e ideias.

Lembrando que qualquer marca famosa expunham suas propagandas mercadológicas em outdoors, TV, revistas e internet.  Eu um simples mortal, tenho que me esforçar para mostrar a realidade para aqueles que apenas por textos, jamais entenderiam o propósito, já que não foram criados para reflexionar pensamentos, os vitimados pelo sistema. 

Jota Caballero


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