quarta-feira, 26 de julho de 2017

Governador de SP libera tortura e crueldade de animais em faculdades





“Amigos, hoje é um dia muito triste para aqueles animaizinhos que estão nas universidades, muitas vezes em um espaço muito pequeno, há meses olhando para uma parede branca! Pois quando um ser humano se aproxima, não é para lhe fazer carinho, mas para algum procedimento que lhe causará angústia, dor física ou psicológica até a morte”, desabafou o deputado Feliciano em sua rede social.


O governador Geraldo Alckmin (PSDB) vai vetar o projeto de lei que restringe o uso de animais em atividades de ensino. A proposta, de autoria do deputado Feliciano Filho (PSC), tornaria ilegal o uso de animais em qualquer tipo de atividade pedagógica, incluindo cursos de Biologia e de Medicina Veterinária, a não ser em condições bem específicas. Hoje é o último dia para o Estado decidir sobre o tema.
“Foi uma grande decepção para todos”, disse o deputado, após ser informado da decisão pelo próprio Alckmin, em reunião no início da noite de ontem. Para Feliciano Filho, o governador “foi muito infeliz em ouvir apenas as três universidades (estaduais)” e não escutar a opinião das faculdades particulares e da sociedade – que, segundo ele, são contra o uso de animais no ensino.
Segundo a justificativa para o projeto de lei (PL), o objetivo era de “valorizar a saúde humana e animal de forma ética, buscando alternativas eficazes para tratar de problemas reais”. Apresentada em dezembro de 2012, a matéria foi aprovada na Assembleia Legislativa no fim de junho e encaminhada ao Executivo no dia 5.
Pelo texto do PL, animais vivos só poderiam ser usados em estudos de observação ou quando eles mesmos estivessem necessitados de alguma intervenção médica. Já o uso de cadáveres seria permitido quando o animal tivesse morrido de causas naturais ou acidentais. Isso valeria não somente para vertebrados, mas também para insetos e outros invertebrados.
Fonte: Istoé

Contrassenso, retrocesso, crueldade, insensibilidade e regressão. Não há mais palavras para traduzir tal atitude completamente duvidosa e especista. Como uma pessoa pública com poderes para representar e responder por toda uma sociedade, age basicamente de foma monocrática? Já que esse assunto tomou uma proporção gigante e positiva para os animais a nível mundial. 

Governar Alckmim, não é agir de forma conveniente perante seus interesses e interesses daqueles que sugam a máquina pública. Governar é principalmente atender aos anseios do povo, e estender esse atendimento para aqueles que não podem falar e nem se expressar, os animais não humanos, porque esses dependem basicamente  de nós humanos para serem respeitados e protegidos, incrivelmente  de nós mesmos.  Vergonha Alckmim! 

Que o povo de São Paulo não deixe mais pessoas iguais a você representar e assinar medidas antiéticas capazes de envergonhar toda uma nação e produzir resultados desastrosos,  dolorosos e mortais,  tanto para animais humanos e não humanos. 

Jota Caballero
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